Monday, January 29, 2007

A Tasca

A TASCA...

Vulgarmente conhecida por Taberna, em Latim (Taberna Vulgaris), este santuário ou local de culto, aonde se realizaram ao longo de séculos, inúmeras festas ..., boémias, c/ muitos petiscos (Dos quais salientamos, a petinga frita,naco de pão c/ torresmos e o ovinho cozido c/ sal), c/ o seu ambiente nauseabundo, c/ o seu balcão de pedra mármore, ahhh e sem esquecer as inúmeras moscas..., faz parte... lol

Na mítica história de Toni (Ex-treinador do SLB), quando se falava de "Tok ", era tão simplesmente o barulho inconfuindível da taça de tinto no preciso momento em que entrava em contacto c/ o balcão em pedra mármore... logo de seguida do não menos inconfuindível "Ahhh", som nobre de satisfação, da qual uma personagem como Toni, não prescindia...., mas a que se deve este "ahhh"...
Som de satisfação oo qual revela o quão saboroso é o paladar do néctar previamente ingerido... o qual é humanamente impossível de esconder tamanha emoção... lol (Até eu tou emocionado...)


A TASCA

Local onde se pratica ao longo dos anos a prática de jogo, como por exemplo o dominó e a sueca (Jogos indoor) e o não menos conhecido jogo da Malha (este, já outdoor), foi neste local e com estes tipos de jogos que se criaram milenares rivalidades..., para a Geração Bodom, os jogos + praticados são o arremesso da beata e o Grande Halterocopismo... lol

Infelizmente, as Tascas estão a perder terreno em relação ás grandes superfícies, dado que a cultura do vinho está a ser banalizada e vulgarizada pelos grandes hipermercados...
Nestas grandes súperfícies, comercializa-se o Vinho á garrafa e ao garrafão..., portanto já não é um local de consumo mas só de abastecimento e essencialmente..., já não se vende a vulso..., o vulgo "penalt" (De referir que nos nossos antepassados também existiam os copos de 3..., já praticamente extintos).

Outra grande tradição que se perde, com a implementação da comercialização do poderoso néctar nas grandes superficies, é que a "rodada" passou apenas a ser sínónimo de "sessão esclarecimento de dúvidas", palavra que no passado sígnificava, não só várias pessoas a praticar o ritual bem como o numero de pessoas que o praticavam tinha de ser igual ao numero de taças de vinho existentes e igual numero de rodadas davam juz ao célebere nome de... "Bebedeira".

Foi com este poderoso licor exrtraido da uva, que se deu origem ao célebre "brinde"(Para os Nobres este ritualchamava-se de "txim-txim").
Este ritual, foi se conservando ao longo dos anos e ainda hoje é praticado nos quatro cantos do mundo.

Não esquecer que foi na Tasca, que pela 1ª vez um dente foi palitado...
Não esquecer que foi na Tasca, que pela 1ª vez um Bêbado se embebedou...
Não esquecer que os grandes campeões de dominó deram os seus 1ºs jogos na Tasca
...idem, idem para os grandes campeões de Sueca.

Um gole numa taça de vinho (Para os nossos antepassados chamava-se "trago"), equivale a um simples momento de felicidade, de harmonia, de prazer infindável..., que nos aquece a mente

Foi através de uma grande bebedeira em massa que nasceram as primeiras órgias sexuais..., na qual a abundância de vinho era tanta, que jorravam pelos paredes dos Tonéis e se baptizavam as mulheres com este precioso néctar que inundava de prazer os nossos pensamentos mais carnais e calorosos.

...Mas as TASCAS ainda mexem..., sim, sim, ainda existem Tascas neste mundo atroz...

Vou vos dar um raro exemplo de uma Tasca centenária..., melhor Milenár... mas contemporânea...

A Tasca dos Gémeos", situada em plena Rua de São Romão no Bom Sucesso - Alverca, esta é uma das bandeiras desta região tão famigerada..., local de culto, que sem perder o seu balcão de pedra mármore e com o seu milenar jogo da Malha, lá vai mantendo a tradição...
Sempre com o inesgotável apoio do seu "Taberneiro", Sir Matias (Tem um irmão gémeo, de seu nome Henrique), o qual vai mantendo a chama viva deste santuário do vinho, ex-líbris desta região.


Aqui no nosso lado esquerdo, vemos o exemplo, de o que é uma verdadeira e genuina Tasca, com o seu balcão de pedra mármore a bela ginjinha e o belo do "penalt" tinto e sem esquecer as origens... a bandeira "Tuga"...

















Do nosso lado direto, podemos observar o artifice de tão esplendorosa obra de arte arquitétónica, mas "contemporânea" (convem não esquecer, dado ser um santuário milenar) .... o Grande MATIAS...

Wednesday, January 24, 2007

Zé Po(vinho) - O Simbolo

Alguma dúvida dos gostos de Zé Po(vinho), seguir o link abaixo referido (os gostos carnais de Zé Po(vinho).

http://zepobinho.blogspot.com/


Zé Povinho comemora em 2007, 132 anos, tanto ano bêbado...lol



Em cima, Zé Po(Vinho), a imitar Kiko (Sim, sim, Esse Merdas), com á sua célebre frase "É uma ideia..."

Vejam bem a importânica deste simbolo que até em barro é representado... (Em cima)

O Vinho

Este é um ponto de vista duvidoso...

Pois é sobre este assunto temos muito que mostrar ao mundo... este é um dos géneros duvidosos + praticados em todo o mundo é um CULTO, RELIGIÃO, ou mesmo uma SEITA...

Nota: Inclusivé os católicos bebem-no e dizem "sangue de cristo",... o Caralh... eles gostam é da pinga...lol

Mas vamos ao que interessa, por exemplo vou começar com uma introdução:

Como nasceu o Vinho:

A Vinha e o Vinho em Portugal:
Desde os tempos mais remotos, o vinho tem vindo a desempenhar um papel de relevo em quase todas as civilizações. "Fruto da videira e do trabalho do Homem", não é ultrapassado por nenhum outro produto da agricultura, aliando esse fruto saboroso e nutritivo à bebida privilegiada, precioso néctar, dele extraída.
Repleto de simbologia, impregnado de religiosidade e de misticismo, o vinho surge desde muito cedo na nossa literatura, tornando-se fonte de lendas e inspiração de mitos.
As expressões "dádiva de deuses", "Sangue de Cristo", e "essência da própria vida" atribuídas a este produto corroboram bem o papel do vinho na vertente cultural bem como a sua importância na nossa civilização, a que chamamos "ocidental", cujos fundamentos se encontram no direito romano e na religião cristã, que desde sempre enalteceram e dignificaram este saboroso líquido.
Mas... tentemos fazer uma pequena viagem até às mais recônditas origens, na história da vinha e do vinho em Portugal. 2 000 anos a.C.; séc.X a.C. – séc.II a.C.Reino de Tartessos; Fenícios e Gregos; Celtas e Iberos .
Embora envolto em muitas dúvidas (Sempre presentes) e mitos, pensa-se que a vinha terá sido cultivada pela primeira vez em terras da Península Ibérica (vale do Tejo e Sado), cerca de 2 000 anos a.C., pelos Tartessos, dos mais antigos habitantes desta Península, cuja civilização parece ter sido bastante avançada. Estes habitantes estabeleciam negociações comerciais com outros povos, permutando diversos produtos, entre os quais o vinho, que veio a servir, provavelmente, de moeda de troca no comércio de metais (METAL).
Os Fenícios, cerca do século X a.C., acabaram por se apoderar do comércio dos Tartessos, incluindo o respeitante aos vinhos. Pensa-se que tenham trazido algumas castas de videiras que introduziram na Lusitânia.
No século VII a.C. os Gregos instalaram-se na Península Ibérica e desenvolveram a viticultura, dando uma particular atenção à arte de fazer vinho. Na necrópole de Alcácer do Sal foi encontrada uma "cratera" grega de sino, vaso onde os Gregos diluíam o vinho com água antes de o consumirem.
Alguns autores referem que Ulisses, ao fundar a cidade de Lisboa (a que deu o nome de Ulisseia ou Olisipo) seguiu o costume usado nas suas viagens, oferecendo vinho para festejarem com ele as boas vindas (Fdx, agora ninguem dá vinho a ninguem).
Crê-se que no século VI a.C. os Celtas, a quem a videira já era familiar, teriam trazido para a Península as variedades de videira que cultivavam. É também provável que tenham trazido técnicas de tanoaria.
Os Celtas e os Iberos fundiram-se num só povo - os Celtiberos -, ascendentes dos Lusitanos, povo que se afirma no século IV a.C.Séc.II a.C. a Século VII d.C. Romanos e Povos Bárbaros .
A expansão guerreira de Roma na Península Ibérica conduziu aos primeiros contactos com os Lusitanos, cerca de 194 a.C.
Seguiram longos anos de lutas de guerrilha, só vencidas pelos Romanos dois séculos depois, com a conquista de toda a Península em 15 a.C., conseguindo subjugar os Lusitanos.
A romanização (Fdx, apeteceu-me escrever Bodomização...lol) na Península contribuiu para a modernização da cultura da vinha, com a introdução de novas variedades e com o aperfeiçoamento de certas técnicas de cultivo, designadamente a poda (Fdx, não será foda...?).
Nesta época, a cultura da vinha teve um desenvolvimento considerável, dada a necessidade de se enviar frequentemente vinho para Roma, onde o consumo aumentava e a produção própria não satisfazia a procura.
Seguiram-se as invasões bárbaras e a decadência do Império Romano. A Lusitânia foi disputada aos romanos por Suevos e Visigodos que acabaram por vencê-los em 585 d.C, tendo-se dado, com o decorrer do tempo, a fusão de raças e de culturas, passando-se do paganismo à adopção do Cristianismo (Next Target....Bodomismo).
É nesta época (séculos VI e VII d.C.), que se dá a grande expansão do Cristianismo (apesar de já ser conhecido na Península Ibérica desde o séc. II). O vinho torna-se então indispensável para o acto sagrado da comunhão. Os documentos canónicos da época evidenciam a "obrigatoriedade" da utilização do vinho genuíno da videira na celebração da missa (produto designado por "não corrompido", ao qual tivesse sido apenas adicionada uma pequena porção de água).
Ao assimilar a civilização e religião dos romanos, os "bárbaros" adoptaram igualmente o vinho, considerando-o como a bebida digna de povos "civilizados". No entanto, não introduziram quaisquer inovações no cultivo da videira. Século VIII a XII Alta Idade Média - Invasão dos Árabes.
No início do Século VIII outras vagas de invasores se seguiram, desta vez vindas do Sul. Com a influência árabe começava um novo período para a vitivinicultura Ibérica.
O Corão proibia o consumo de bebidas fermentadas, onde o vinho se inclui (Nos dias de hoje só é premitido virado para Meca de joelhos no chão). No entanto, o emir de Córdoba que governava a Lusitânia, mostrou-se tolerante para com os cristãos, não proibindo a cultura da vinha nem a produção de vinho. Havia uma razão: para os Árabes, a agricultura era importantíssima, aplicando-se aos agricultores uma política baseada na benevolência e protecção, desde que estes se entregassem aos trabalhos rurais, para deles tirarem o melhor proveito. Mesmo no Algarve, onde o período do domínio árabe foi mais longo, ultrapassando cinco séculos, produziu-se sempre vinho, embora se seguissem os preceitos islâmicos.
Lisboa manteve, deste modo, o seu comércio tradicional de exportação de vinho.
Nos séculos XI e XII, com o domínio dos Almorávidas e Almoadas, os preceitos do Corão foram levados com maior rigor, dando-se, então, uma regressão na cultura da vinha. Século XII a XIV Baixa Idade Média.
Entre os séculos XII e XIII, o vinho constituiu o principal produto exportado. Documentos existentes, designadamente doações, legados, livros ou róis de aniversários, livros de tombos de bens, etc., confirmam a importância da vinha e do vinho no território português, mesmo antes do nascimento da nacionalidade. Conhecem-se doações que incluíam vinhas ao Mosteiro de Lorvão, entre 950 e 954.
Entretanto, já se tinha iniciado a Reconquista Cristã. As lutas dão-se por todo o território e as constantes acções de guerra iam destruindo as culturas, incluindo a vinha.
A fundação de Portugal, em 1143 por D. Afonso Henriques, e a conquista da totalidade do território português aos mouros, em 1249, permitiu que se instalassem Ordens religiosas, militares e monásticas, com destaque para os Templários, Hospitalários, Sant'iago da Espada e Cister, que povoaram e arrotearam extensas regiões, tornando-se activos centros de colonização agrícola, alargando-se, deste modo, as áreas de cultivo da vinha.
O vinho passou, então, a fazer parte da dieta do homem medieval começando a ter algum significado nos rendimentos dos senhores feudais. No entanto, muita da sua importância provinha também do seu papel nas cerimónias religiosas. Daí o interesse dos clérigos, igrejas e mosteiros, então em posição dominante, pela cultura da vinha.
Os vinhos de Portugal começaram a ser conhecidos até no norte da Europa. Consta que o duque de Lencastre, após o seu desembarque na Galiza (Sempre a Galiza), quando veio a Portugal em auxílio de D. João I na luta contra Castela, conhecendo já a fama dos nossos vinhos, mostrou desejo de provar o vinho de Ribadavia, tendo-o achado "muito forte e fogoso"...
Foi na segunda metade do século XIV, que a produção de vinho começou a ter um grande desenvolvimento, renovando-se e incrementando-se a sua exportação. Século XV – XVIIIdade Moderna - Renascimento.
Nos séculos. XV e XVI, no período da expansão portuguesa, as naus e galeões que partiram em direcção à Índia, um dos produtos que transportavam era o vinho. No período áureo que se seguiu aos Descobrimentos, os vinhos portugueses constituíam lastro nas naus e caravelas que comercializavam os produtos trazidos do Brasil e do Oriente.
Será talvez oportuno referirem-se aqui os vinhos de "Roda" ou de "Torna Viagem". Se pensarmos quanto tempo demoravam as viagens... Eram, na generalidade, cerca de seis longos meses em que os vinhos se mantinham nas barricas, espalhadas pelos porões das galés, sacudidas pelo balancear das ondas, ou expostos ao sol, ou por vezes até submersas na água dos do fundo dos navios... E o vinho melhorava!
Tal envelhecimento suave era proporcionado pelo calor dos porões ao passarem, pelo menos duas vezes, o Equador e pela permanência do vinho nos tonéis, tornando-os ímpares, preciosos e, como tal, vendidos a preços verdadeiramente fabulosos. O vinho de "roda" ou de "torna viagem" veio assim facultar o conhecimento empírico de um certo tipo de envelhecimento, cujas técnicas científicas se viriam a desenvolver posteriormente.
Em meados do século XVI, Lisboa era o maior centro de consumo e distribuição de vinho do império - a expansão marítima portuguesa levava este produto aos quatro cantos do mundo.
Chegados ao século XVII, o conjunto de publicações de várias obras de cariz geográfico e relatos de viagens, quer de autores portugueses, quer de autores estrangeiros, permite-nos entender o percurso histórico das zonas vitivinícolas portuguesas, o prestígio dos seus vinhos e a importância do consumo e do volume de exportações. Século XVIII a XX Idade Contemporânea.
Em 1703, Portugal e a Inglaterra (Brixton Lembram-se???) assinaram o Tratado de Methwen, onde as trocas comerciais entre os dois países foram regulamentadas. Ficou estabelecido um regime especial para a entrada de vinhos portugueses em Inglaterra. A exportação de vinho conheceu então um novo incremento.
No século XVIII, a vitivinicultura, tal como outros aspectos da vida nacional, sofreu a influência da forte personalidade do Marquês de Pombal.
Assim, uma grande região beneficiou de uma série de medidas proteccionistas - a região do Alto Douro e o afamado Vinho do Porto (+ uma vez galiza...lol) . Em consequência da fama que este vinho tinha adquirido, verificou-se um aumento da sua procura por parte de outros países da Europa, para além da Inglaterra, importador tradicional. As altas cotações que o Vinho do Porto atingiu fizeram com que os produtores se preocupassem mais com a quantidade do que com a qualidade dos vinhos exportados, o que esteve na origem de uma grave crise.
Para pôr fim a esta crise (Que ainda não acabou...), o Marquês de Pombal criou, por alvará régio de 10 de Setembro de 1756 ( Note-se que não é ao acaso que Eaten back to life nasceu a 11 de Setembro...), a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, com o fim de disciplinar a produção e o comércio dos vinhos da região, prevendo ainda a necessidade de se fazer, urgentemente, a demarcação da região, o que veio a concretizar-se. Assim, segundo alguns investigadores, foi esta a primeira região demarcada oficialmente no mundo vitivinícola.
O século XIX foi um período negro (Dark Ages) para a vitivinicultura. A praga da filoxera, que apareceu inicialmente na região do Douro em 1865, rapidamente se espalhou por todo o país, devastando a maior parte das regiões vinícolas. Colares foi a única excepção, porque a filoxera não se desenvolve nos terrenos de areia (Fdx Ahhh merda, p'ro Areias), onde as suas vinhas se cultivam, ainda hoje.
Assim, para fazer face a este flagelo, logo em 1866, António Augusto de Aguiar, juntamente com João Inácio Ferreira Lapa e o Visconde de Vila Maior, foram encarregados de avaliar a situação dos centros vinícolas do país e de estudar os processos que neles se adoptavam. Este conhecimento da situação concreta da vitivinicultura portuguesa, levou António Augusto de Aguiar à nomeação de Comissário Régio na Exposição de Vinhos, realizada em Londres (Brixton one more time), em 1874. Foi justamente no âmbito da sua participação nesta exposição e da digressão científica que fez pelos países europeus produtores de vinhos, que desencadeou a análise crítica e audaz ao sector vitivinícola nacional, expressa nas famosas Conferências sobre Vinhos, proferidas por António Augusto de Aguiar (Este é um Senhor), em 1875, no Teatro de D. Maria e, posteriormente, no da Trindade.
O início do século XX, foi marcado pela Exposição Universal de Paris emblematicamente inaugurada em 1900. Portugal participou activamente neste evento, dedicando especial atenção à secção de Agricultura, por todos considerada o sector mais importante da nossa representação. Deste evento, ficou-nos a obra fundamental de B. C. Cincinnato da Costa, "Le Portugal Vinicole", editada especificamente para ser apresentada na exposição.
Em 1907/1908, iniciou-se o processo de regulamentação oficial de várias outras denominações de origem portuguesas. Para além da região produtora de Vinho do Porto e dos vinhos de mesa Douro, demarcavam-se as regiões de produção de alguns vinhos, já então famosos, como são o caso dos vinhos da Madeira, Moscatel de Setúbal, Carcavelos, Dão, Colares e Vinho Verde (fdx, escrever estas cenas ainda me deixa com + duvidas e sede...).
Com o Estado Novo (1926/1974), foi iniciada a "Organização Corporativa e de Coordenação Económica", com poderes de orientação e fiscalização do conjunto de actividades e organismos envolvidos. Foi neste contexto que se criou a Federação dos Vinicultores do Centro e Sul de Portugal (1933), organismo corporativo dotado de grandes meios e cuja intervenção se marcava, fundamentalmente, na área da regularização do mercado.
À Federação, seguiu-se a Junta Nacional do Vinho (JNV) (1937), organismo de âmbito mais alargado, que intervinha tendo em conta o equilíbrio entre a oferta e o escoamento, a evolução das produções e o armazenamento dos excedentes, em anos de grande produção, de forma a compensar os anos de escassez.
A JNV veio a ser substituída em 1986 (D.L. nº 304/86 de 22 de Setembro) pelo Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), organismo adaptado às estruturas impostas pela nova política de mercado decorrente da adesão de Portugal à Comunidade Europeia.
Surge, então, uma nova perspectiva na economia portuguesa e, consequentemente, na viticultura. O conceito de Denominação de Origem foi harmonizado com a legislação comunitária, e foi criada a classificação de "Vinho Regional", para os vinhos de mesa com indicação geográfica, reforçando-se a política de qualidade dos vinhos portugueses.
Com objectivos de gestão das Denominações de Origem e dos Vinhos Regionais, de aplicação, vigilância e cumprimento da respectiva regulamentação, foram constituídas Comissões Vitivinícolas Regionais (associações interprofissionais regidas por estatutos próprios), que têm um papel fundamental na preservação da qualidade e do prestígio dos vinhos portugueses.
Actualmente estão reconhecidas e protegidas, na totalidade do território português, 32 Denominações de Origem e 8 Indicações Geográficas.Algumas curiosidades históricas
Moscatel de Setúbal - (1381) Nesta data Portugal já exportava grande quantidade deste vinho para a Inglaterra (+ 1 vez).
Vinho do Porto - o Tratado de Methwen (1703) assinado entre Portugal e a Grã-Bretanha, contribuiu para a popularidade deste vinho que beneficiava de taxas aduaneiras preferenciais. Durante o século XVIII, para os ingleses, vinho era praticamente sinónimo de vinho do Porto.

Vinhos da Bairrada - No Reinado de D. Maria I (1734/1816) os vinhos portugueses adquiriram grande projecção, tendo-se iniciado a exportação de vinhos, com destaque para os desta região, que foram exportados para a América do Norte, França, Inglaterra e, em especial, para o Brasil, onde eram muito apreciados.

Vinho de Bucelas - Com as Invasões Francesas (1808/1810) este vinho começou a ser conhecido internacionalmente. Wellington apreciava-o de tal maneira que o levou de presente ao então príncipe regente, mais tarde Jorge III de Inglaterra. Depois da Guerra Peninsular, este vinho tornou-se um hábito na corte Inglesa. No tempo de Shakespeare (1564/1613) o vinho de Bucelas era conhecido por "Lisbon Hock" (vinho branco de Lisboa) (1564/1613).

Vinho de Carcavelos - (1808/1810) foi bem conhecido das tropas de Wellington que o levaram para Inglaterra, tendo sido, durante largos anos, exportado em grandes quantidades.

Vinho da Madeira - (1808/1810) Considerado um dos vinhos de maior requinte nas cortes europeias, tendo chegado mesmo a ser usado como perfume para os lenços das damas da corte. Na corte inglesa este vinho rivalizava com o vinho do Porto. Shakespeare (1564/1613) referiu-se ao vinho da Madeira como essência preciosa, na sua peça "Henrique IV". O duque de Clarence, irmão de Eduardo IV (séc. XV) deixou o seu nome ligado a este vinho quando, ao ter sido sentenciado à morte na sequência de um atentado contra o seu irmão, escolheu morrer por afogamento num tonel de Malvasia da Madeira. Mas para além da Inglaterra, também a França, a Flandres e os Estados Unidos o importavam. Francisco I (1708/1765), orgulhava-se de o possuir e considerava-o "o mais rico e delicioso de todos os vinhos da Europa". As famílias importantes de Boston, Charleston, Nova Iorque e Filadélfia disputavam umas às outras os melhores vinhos da Madeira.

Vinho do Pico - Açores - (Séc. XVIII) foi largamente exportado para o Norte da Europa e até mesmo para a Rússia. Depois da revolução (1917), foram encontradas garrafas de vinho "Verdelho do Pico" armazenadas nas caves dos antigos czares.

FONTE DOS TEXTOS: IVV - Instituto da Vinha e do Vinho



Dois exemplos..., a bela taça do Branco (á esquerda)




...e acima de tudo, a bela da taça do tinto (á Direita)














mas se quiserem, ficar mais próximos das especialidades e das variedades, poderam seguir este caminho que vos indico: http://www.vinhos.online.pt/. ... agora não se babem... por favor

Monday, January 22, 2007

Rebel in the F.D.G.....

Rebel In The F.D.G.

I live my life like a shot in the wind
If tomorrow don't come I know
I stole my share of fun for me
Cause I'm too fast, too rad
I'm going wasted when I go
The cost of freedom's never free
It's the deep six, it's my fix
It's my best friend, cause it's my way or the highway
I'll tell you it's the living end

I'm a rebel in the FDG
And I say only God in heaven knows
I'm a bad child, come and love me
And I say, oh yeah

If you're fast you might last
Slow you gotta go
A wild one in the decadent zoo
Ooh, I lick up all my seven deadly sins
Cause I'm too hot, too cool
Oh I've been playing in the fire of fools
I might burn but I'll burn in the wind
It's the deep six, it's my fix
It's the big jam, cause it's my way or the highway
I'll tell you what I am

Oh I, I feel the heat and I, I touch the flesh and bone
And I feel the kiss of fire
Too fast to live, too fast to die
Mom and daddy say, "I'm dancing in the fire"

Sometimes I feel like an animal in a cage
I pace back and forth and look around
For something to sink my teeth into
But nobody knows what's going on inside me

F.D.G. - Fuckin' decadent generation


Lol..., vocês sabem o que quer dizer F.D.G....

Monday, January 08, 2007

Bo(do)m ano 2007 a todos os BODOM'S


Eis como acaba o ano 2006 e começa o 2007 BODOM YEAR

- O Bodom semi nú (Rookie, nas andanças Bodom mas figura de Cartaz no concerto de Tara Perdida) , tava em greve por não existirem + dúvidas para esclarecer....!!!
Claro que eu e Bodom Master tinha-mos que manter o nível...apesar de também estarmos sobre protesto...lol

-Exkrawell e Exkrawell Jr. não puderam comparecer na sessão de fotos por terem feito o turno de Dia...

- Xóarma, prometeu um ano cheio de sucesso e concertos, Lol (Se for como o último que até deu origem á célebre série televisiva "CSI Couves"...dado o seu súbito desaparecimento).

Quanto aos outros Bodom's...

Por exemplo Carampanta, continua no seu Posto avançado de Líder espíritual Bodom da zona de Lx.... echega de exemplos...

um Grande 2007 para todos

UP the BODOM'S

Kiko - A inevitável Merdesa de ser... Only for the Weak (In Flames)

A minute in the KIKO's life... (We is the survivor)

É uma idei..................XXXIIIIIUUUUUUUU (kiko ningúme te pediu p/ falar...) corta...

No Comment's

(Antes que só diga merda...)

A Insustentável e insuportável leveza do ser... (Será que é...???)

Meus amigos e a todo o Cabredo...

Este "Post" reflecte a economia deste país...!!!

Publicidade gratuita e enganosa aos merdas que sofrem de anorexia... e piores merdas ainda...

ISTO É UM ATENTADO!!!

É O 11 DE SETEMBRO DAS TASCAS!!!

NÃO EXPRIMENTEM ISTO EM CASA!!! (Nem em lado algum...)

+ uma vez estas merdas têem sempre as mesmas côres.... AZUL e BRANCO...!!! LOL

porque será que acho que estas merdas não são coincidência???

(1 dúvida, tava a ver que nunca + tinha dúvidas...., ufff!!!)

Já alguém descobriu do que trata este post?



+ uma vez relembro (Passa a palavra, tem fé...) isto não é verdade é apenas uma fase distorcida da tua memória, que faz reflectir estes pensamentos idóneos e nauseabundos na tua complicada e existência...

É por causa destes pensamentos malévolos que o Crânio de quando em vez provoca curtos circuitos internos o que por sua vez provoca derrames, (nunca são bons, apesar de não tar a falar de rerrames de dúvidas)

Não acreditem nisto... ISTO NÃO É SAGRES, isto é uma reles imitação e barata aindo por cima, isto é para fazer crer que um "gaijo" poupa dinheiro...., mas poupas é o CARALHO!!!

Já tinha bebido umas trinta e tal quando dei por mim a pensar!!!?

Vou mijar... e ao levantar-me...

Fdx, não tou quentinho se quer...???

Com esta carga de dúvidas já devia tar inconsciente... qunado me deu a "luz"!

Fdx, Não BATE, ESTA MERDA NÃO BATE...

FDX, GASTEI P/ CIMA DE UM BALÚRDIO...(Tive logo saudades das "Pint's") E NÃO TOU BEZAINO???

Por 10 minutos tive a certeza de o que é e o que não é dúvida...

Não quero saber disto, mas sinto-me na obrigação de divulgar esta atrocidade que estão a fazer neste país!!!

Isto é GENOCÍDIO, querem no aniquilar, mas não vão conseguir, isto é um flagelo do século XXI

Meus amigos por ordem de ideias e cronológicamente eis como se propagaram as pragas ao longo da humanidade (Neste caso específico e único, incluindo os Merdas).

Lepra
Peste suína
Aids
Sagres Zero...

Esta é a + LETAL doênça inventada pelo Homem e ainda por cima c/ um rótulo c/ História.

Vamos fazer TODOS, um baixo assinado para prender que permitiu que aplicassem a sigla SAGRES desta maneira atroz...

SAGRES Vermelha, a verdadeira e genúina SAGRES

Mini / Média / Bomba..., isto é o Mundo SAGRES.

p.s.: Mas será que alguma vez passou pela cabeça de alguem que a SAGRES não batia ou não deveria bater???

Eis a dúvida na sua incrível leveza e na espumante maneira de ser...

Lema: Leve no estômago e pesada na cabeça..., isto sim é a verdadeira Dúvida